O primeiro sentimento que se manifesta em nós, quando nos sentimos injustiçados, é o de advogar em causa própria. A tentativa que se segue é de escondermos nossa essência de algoz sob a "honrada" vestimenta de vítima, clamando, o mais alto e repetidamente possível, por atenção que se transforme em apoio à nossa causa. Procuramos, desesperadamente, esse conforto de termos alguém ao nosso lado, fazendo coro com nossa voz que canta os erros dos outros. Mas conforto mesmo é o silêncio pronunciado pela consciência na hora de deitar a cabeça no travesseiro. Boa noite.
P.S.: o texto é escrito na primeira pessoa do plural, o que significa inclusão da autora no cenário.
P.S.: o texto é escrito na primeira pessoa do plural, o que significa inclusão da autora no cenário.